CONCRETO VIVO – POESIA CONCRETA

1 TELA: 80 x 100 (2011)

Essa tela representa a interação sinergética  do humano com a cidade, a adesão completa entre ambos. Trataria-se de uma nova combinação de entidade, metade gene e metade concreto, ambivalências coloridas interagindo e circulando.

O matrimônio de uma flutuante poesia em concreto: duplo sentido de um movimento literário solto dentro uma poesia concreta, um estilo de poesia visual.

As imagens são abraçadas por uma linha brilhante com glitter, um cordão umbilical representando a aura. Esta constrói uma simbiose entre as pessoas (dourado)  e os imóveis (azul).

É como se a cidade tivesse nascido e se desenvolvido através das pessoas. A idade não tem peso, pois o estável concreto não tem teme rugas e ele sustenta a base frágil do humano.

No fundo do palco, estão os mundos com intensidade ao contrário: atrás das pessoas ficam pedras esverdeadas tranquilizantes com o poder de cultivar atrás dos prédios uma substância líquida  avermelhada energizante simbolizando o movimento sanguíneo em chamas do poder da agitação do fogo.

Uma combinação concordante entre agitação e tranquilidade. Fogo nos prédios e natureza nas pessoas. Um show de uma nova tribo, um lugar badalado e desejado.

Valor sugerido: 6 Mil.